Planos Nacionais de Recuperação e Resiliência (PRR) serão aprovados pela Comissão Europeia na próxima semana

    Ursula von der Leyen, Presidente da Comissão Europeia, anunciou que os PRR – também apelidados de “Bazuca Europeia”- vão começar a ser aprovados já na próxima semana, menos de um ano depois do acordo de Fundo de Recuperação “NextGenerationEU”.

    O anúncio foi feito no passado dia 9 de junho, em Estrasburgo, e Ursula von der Leyen chegou mesmo a considerar que este foi um “feito histórico” devido ao intervalo de tempo entre o acordo e o começo da aprovação dos planos.

    Entre estes planos está o de Portugal, que até foi o primeiro Estado-Membro a entregar o seu Plano de Recuperação e Resiliência, ainda em abril, e que prevê projetos num valor total de 16,6 mil milhões de euros.

    Estes Planos Nacionais de Recuperação e Resiliência surgem como resposta aos desafios criados pela crise pandémica. O fundo aprovado pela Comissão Europeia é de 750 mil milhões de euros, a distribuir por todos os Estados-Membros da União Europeia.

    Para que os PRR comecem efetivamente a ser distribuídos é necessária apenas a aprovação do Conselho da União Europeia, e Portugal espera que possa ser dos primeiros países a contar com os fundos.

    De notar ainda que o Bruegel, Think Thank especializado em economia, fez uma análise aprofundada destes fundos que indica que grande parte das verbas vai para a área da construção, sendo o setor mais apoiado imediatamente seguido pelo setor da saúde. Em Portugal, destaque para os apoios na área da cultura, que é apenas um de cinco países com investimentos nesta área. Em contrapartida, estranha-se talvez o facto de Portugal não beneficiar de nenhum apoio concreto para a área turística do alojamento e da restauração.

    No entanto, o Governo apresentou a «bazuca» para o Turismo, o Plano de Aceleração do Turismo cujo investimento de mais de seis mil milhões de euros tem como principal objetivo alcançar em 2027 mais de 27 mil milhões de euros em receitas com o setor.

    A distribuição do plano em Portugal vai ser feita da seguinte forma:

    • Construção (21,41%),
    • Saúde (13,31%),
    • Educação (11,31%),
    • Administração Pública (7,52%),
    • Climatização (5,89%),
    • Transportes e Armazenagem (5,81%),
    • Agricultura, Florestas e Pesca (5,21%),
    • Indústria (5,17%),
    • Águas e Resíduos (2,34%)
    • e, por fim, a Cultura (1,46%).

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